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O drama, o horror, … A compra do primeiro bikini do ano!

Todos adoramos dias de sol, especialmente os primeiros. Quando ele apareceu em força e esplendor agora no início de Maio, foi a alegria generalizada. Famílias nos parques, amigos na esplanada, havaiana no pé. Comigo, foi igual… até ouvir aquela frase fantástica: “se calhar no fim-de-semana vamos à praia!”. Estragou tudo!

O primeiro dia de praia custa sempre. Mas a compra do primeiro bikini é a verdadeira tortura. Porquê? Porque nesta fase ainda ninguém está com o corpo exatamente no ponto em que quer para o Verão, além de que estamos com a tonalidade de pele de uma lula. Com este último facto, vem um adicional: notam-se todos os pormenores menos positivos do corpo, que admitamos, muitos ou poucos, todos os temos! A piorar, estes pormenores são agravados nos provadores das lojas. Mas quanto a esse mundo à parte que são os provadores e sua luz infernal, falarei noutra Garfada. Merece um desabafo por si só.

Habitualmente tenho sempre dois ou três bikinis, que vou trocando peças entre si. No entanto, de um ano para o outro há sempre um e por vezes dois, que precisam de reforma. Deste modo, a compra anual de pelo menos um bikini é quase obrigatória, já que usar o mesmo bikini o verão inteiro é quase crime, nunca percebi bem porquê. É uma regra implícita da sociedade feminina que me escapou, só a aprendi já no final da adolescência e acho que ninguém sabe de onde veio. Como a compra do bikini é o ponto alto da minha autocomiseração, fico por ter o mínimo aceitável, que são os tais dois ou três.

Para quem é como eu e, além de odiar este momento, sofre sempre valente golpe na autoestima durante a compra (esteja o corpo como estiver), seguem os meus truques para minimizar o filme de terror:

  1. Atrasar o mais possível a compra. Sim, eu sei que quanto mais tarde, menos escolha existe, mas sempre há algum bronze. Tudo fica um pouco melhor num corpo menos pálido.
  2. Minimizar a prova: comece por experimentar a peça que é mais difícil. Deste modo consegue logo pôr de parte em poucos segundos, aqueles que ficam horríveis. É a técnica do “deixa lá ver… hum… justo nas pernas … ok, sai um pneu de lado. FORA!”. Assim, só quando fica bem na zona mais difícil é que experimenta a outra parte que habitualmente não é problema. Aproveito para deixar um desejo de muita força para quem tem “problemas” com ambas as partes do bikini. Estou convosco!
  3. Fazer por conseguir apanhar o provador maior. Quanto mais pequeno, mais próximo o nosso corpo-copo-de-leite está do espelho e todas sabemos o que isso significa. Se for preciso, acelere o passo em direção aos provadores se vir que há concorrência a caminhar para lá do outro lado da loja. Não, não estou a brincar!
  4. Não inventar. Se já sabe que o que lhe fica bem é o bikini, não se ponha a experimentar fatos de banho só porque está na moda e vice-versa. Corre o risco de ter aquele momento de “ah que horror!” desnecessário. Há certos modelos que só ficam bem em certos corpos e corre o risco de ver o seu, que de certeza está muito melhor do que a imagem que o provador devolve, numa nova e má perspetiva, desnecessária e irrealista!
  5. Não desesperar. Porquê? Desespero pode levar a 3 cenários: comprar um bikini qualquer (que leva a arrependimento), não comprar nada e gastar dinheiro noutra peça de roupa que não precisa, mas fá-la sentir-se bem outra vez (e que só leva a arrependimento quando conta ao namorado/marido e ele ralha pelo gasto de dinheiro desnecessário) e, por fim, não comprar nada e ir comer um bolo ou gelado para compensar da tristeza (não preciso comentar, certo?).
  6. NÃO FAZER ESTA COMPRA COM NAMORADOS OU MARIDOS. Para eles, tudo fica bem, é tudo giro e o primeiro era o perfeito. É tudo mentira! Eles só querem ir para casa.

Acima de tudo, não esquecer dois pontos importantes: após 1 ou 2 dias de praia, já com aquela cor que passa de branca a normal-amorenada, tudo fica muito melhor; e qualquer corpo merece um bom verão, sem complexos, tristezas e manias! Até porque, quando estamos todos na praia, ninguém liga ao vizinho! Todos queremos é um pedaço de areia, um mergulho de mar e uma bola de Berlim!

C.

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Torta de amêndoa light

Esta torta é rápida, fácil e não contém farinha, nem açúcar. É uma excelente solução para diabéticos e para quem comer algo doce sem grande estrago para a linha.

Ingredientes (12 fatias)

100g de amêndoa com pele

5 ovos

25g de adoçante (pode usar stevia ou outro edulcorante em pó apropriado para confeção)

100g de morangos

Preparação (45 minutos)

Triturar a amêndoa com pele até ficar em pequenos pedaços, mas não totalmente triturada. | Separar as gemas das claras. | Bater as claras em castelo. | Juntar o adoçante e envolver. | Misturar as gemas até ficar uma mistura uniforme e juntar ao preparado das claras com adoçante. | Adicionar à mistura a amêndoa triturada, envolvendo bem todo o preparado. | Untar uma folha de papel vegetal com manteiga ou creme vegetal magros e um pouco de farinha e colocar num tabuleiro. | Deitar o preparado no tabuleiro e levar ao forno durante cerca de 30minutos a 180º. | Lavar e cozer durante cerca de 10minutos os morangos. | Com uma varinha mágica, triturar os morangos até ficar com a consistência de compota. | Se não forem muito doces, adicionar um pouco de adoçante. | Quando a torta estiver cozinhada, retirar do forno, cobrir com o preparado dos morangos e enrolar (pode deitar a torta sobre outra folha de papel vegetal e utilizá-la para enrolar com facilidade).| Bom apetite!

Opção: pode utilizar compota caseira ou doce light para o recheio da torta, se preferir.

Valor Nutricional (por porção)

80 kcal | 4g de Proteína | 6g de Gordura total | 1g de Hidratos de carbono | 1g de Fibra

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Por falar nisso… Pão torrado engorda menos?

Seja branco ou escuro, com ou sem sementes, colocar o pão na torradeira só traz um resultado: desidrata-o. Quando se torra o pão, o calor a que este é submetido faz com que perca a água que tem, diminuindo o seu teor de humidade. É por este motivo que, quando o pão que tem em casa tem mais dias, demora menos tempo a transformar-se na torrada perfeita.

O facto de o calor influenciar o teor de humidade do pão não significa que tenha efeito direto no seu valor calórico. Na realidade o pão torrado, apesar de ser uma opção recorrente para quem tenta emagrecer, apresenta algumas desvantagens comparando com o consumo do pão fresco:

  1. Ingere-se menos água, naturalmente presente no pão;
  2. Consome-se mais quantidade, por não saciar da mesma forma;
  3. Coloca-se mais manteiga (ou outra gordura) pois, como esta é rapidamente absorvida pelo pão, tem-se a tendência de barrar mais até ficar visível;
  4. Se deixar torrar demasiado, devido às altas temperaturas, forma-se acrilamida que é uma substância tóxica.

Apesar de as torradas em si não serem mais calóricas do que a versão fresca, poderão comprometer indiretamente o valor calórico final ingerido.

Se gosta do seu pão fresquinho escusa de o pôr todos os dias na torradeira porque a ideia de o pão torrado engordar menos é um mito!

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Camarão com aroma de erva limeira, legumes e arroz integral com quinoa

A inspiração veio do oriente mas prometemos que encontra todos os ingredientes num mercado perto de si.

Ingredientes (2 pessoas)

100g de miolo de camarão

1 ovo

50g de arroz integral

10g de quinoa

1 couve pak choi

1/2 pimento amarelo

1/2 pimento vermelho

2 ramos de erva limeira (lemongrass)

1 colher de sopa de caril em pó

1 colher de café de sal grosso

1 colher de sopa de óleo de sésamo

Preparação (30 minutos)

Temperar o camarão com o caril em pó. I Colocar o ovo a cozer e reservar. I Lavar a couve, os pimentos e a erva limeira. I Separar as folhas da couve e cortar em pedaços grandes. I Cortar os pimentos em cubos e a erva limeira em rodelas finas. I Aquecer um wok com metade do óleo de sésamo, saltear os pimentos e reservar. I Mergulhar as folhas da couve em água fervida durante 1 minuto e adicionar aos pimentos. I Saltear a erva limeira e o camarão com o restante óleo de sésamo, até o camarão estar cozinhado. I Cozer durante 15 minutos o arroz integral juntamente com a quinoa, adicionando o sal. I Colocar todos os ingredientes numa tigela de sopa e servir.

Valor Nutricional (por porção)

281 kcal I 18g de Proteína I 13g de Gordura total I 25g de Hidratos de carbono I 3g de Fibra

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“Xô” da minha cozinha!

Costuma dizer-se que a conversa ainda não chegou à cozinha. Pois bem, na minha cozinha parece que a conversa não sai de lá. Acredito que haja muitos chefs caseiros por aí que sofrem do mesmo mal: uma invasão incontrolada das nossas cozinhas! Sejam familiares ou amigos, desenvolvi uma teoria de que todos sofrem da mesma síndrome – “cozinho-dependentes”.

Um verdadeiro chef de colher de pau (grupo no qual eu orgulhosamente me auto incluo!) gosta da sua bancada livre de pessoas encostadas e que a sua cozinha não seja um entra e sai constante. O pior de tudo é que já sabe de cor todas as etapas pelas quais os “cozinho-dependentes” passam e mesmo assim nunca consegue arranjar estratégias devidamente eficazes para a próxima reunião em sua casa.

Comecemos pelo início. Tenho imenso prazer em receber e em estar de volta dos tachos e das panelas a preparar uma refeição deliciosa para os meus convidados. Gosto mesmo do ritual de pensar em receitas diferentes, ir às compras prévia e calmamente com uma lista bem organizada (mas mesmo assim falta sempre qualquer coisa – um caso a estudar!), preparar a cozinha para ter tudo à mão, por o avental, uma boa música e… mãos à obra. Tendencialmente, expulso os habituais residentes para a sala, fecho a porta da cozinha e dou início a um assassinato do reportório musical que sai da coluna. Ninguém disse que quem cozinha bem também tem que saber cantar bem!

Como a curiosidade alheia reina lá por casa, rapidamente tenho alguém a abrir a porta a perguntar “Cheira bem! O que é que estás a fazer?” e a baixar-me o volume da coluna para que se faça ouvir. E aqui está a primeira etapa da síndrome “cozinho-dependentes”: seja na sua própria casa seja em casa de terceiros, o cheiro que vem da cozinha torna-se hipnótico e leva-os sempre aquela divisão da casa. E enquanto procuram satisfazer a curiosidade das suas narinas, põem-se atrás de nós a dificultar o acesso ao fogão, ao frigorífico e à despensa.

Segunda expulsão. Voltar a pôr o volume de forma a evitar partir os cristais da vizinha. Pronta a continuar e eis que toca a porta com o primeiro convidado que resolveu vir mais cedo para ajudar (o que normalmente nunca acontece!). Em primeiro lugar, na minha cozinha mando eu e, em segundo lugar, na minha cozinha mando eu.

O convidado bem-intencionado dá início à segunda etapa da síndrome, entra para me cumprimentar e senta-se por lá para me fazer companhia. Educadamente ofereço algo para beber e convido-o a ir para a sala onde ficará mais confortável mas a oferta é sempre recusada. Nesta fase do campeonato, já não há música e começam as distrações com a conversa.

Apesar de ter as coisas adiantadas, é inevitável ter que se preparar algumas coisas na hora mas começo a ir à sala para mobilizar a malta comigo e ver se os sofás apelam à estadia. Nisto, começam a chegar os restantes convidados que, ao verem-me ainda de volta da comida, desencadeiam a terceira etapa: vão à cozinha com a desculpa de ir buscar copos mas não saem de lá e ainda trazem as entradas da sala para a mesa da cozinha. E num instante o meu espaço sagrado já o era. Mal me consigo mexer e rezo a todos os santinhos para nada pegue.

A última etapa de quem sofre da “cozinho-dependência” costuma estar associada a paralisia, loucura e amnésia temporária o que é deveras preocupante! Ouvem um “Xô da minha cozinha” mas ficam muito sérios a olhar para mim, não se mexem, riem-se e continuam por ali nos seus comes e bebes. Agora sim, quem precisa de beber qualquer coisa sou eu!

T.

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Palitos de cenoura com hummus

Quer servir uma entrada saudável, pouco calórica, rápida e saborosa? Tem amigos vegetarianos e quer dar uma opção de paté que sirva também para eles? Então esta é a solução! Este Hummus não segue a receita original, mas é prático e feito com ingredientes que existem sempre em sua casa. Pode ainda utilizar estes Palitos de cenoura com hummus como um snack diferente para si e para a sua a família.

Ingredientes (8 pessoas)

400g de grão-de-bico cozido (1 frasco de vidro)

4 cenouras

1 colher de sopa de azeite

3 dentes de alho

Meia colher de café rasa de cominhos

Sal q.b.

Preparação (15 minutos)

Escorrer e passar por água o grão-de-bico. I Colocar num 1,2,3 ou num copo batedor o grão, os dentes de alho descascados, o azeite, os cominhos e um pouco de sal. I Triturar tudo. I Adicionar um pouco de água, se necessário, para criar a consistência de paté. I Descascar e lave as cenouras. I Cortar em palitos mais ou menos uniformes. I Está pronto a servir!

Valor Nutricional (por porção)

68 kcal | 3g de Proteína | 2g de Gordura total | 9g de Hidratos de carbono | 2g de Fibra

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Tem mindset de atleta?

Tem sido notório um aumento de notícias de pessoas comuns com objetivos excecionais. Ainda há umas semanas, surgiu uma notícia de um “amador”, que se sagrou campeão nacional de Corta-mato (Parabéns Nelson Cruz!). Neste caso em específico, amador não será a melhor palavra para descrever a pessoa e a forma como encara os seus treinos, pois, apesar de não ter apoios profissionais, tem a atitude certa. Este tipo de notícias e feitos estão a ser possíveis devido a uma alteração de mentalidade e hábitos, que aos poucos começa a ser frequente. Ser ambicioso está na ordem do dia e ter metas ousadas e desafiantes faz cada vez mais sentido. Com isto, surgem treinos intensos e frequentes e pessoas “comuns” ou amadoras, a ter hábitos, atitudes e ações que seriam expectáveis apenas em atletas.

Então, a questão que fica é: tem mindset de ATLETA?

Descubra quais as características que definem um atleta de sucesso e em que nível se encontra.

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Se das 15 características, identificou que já tem:

4: Ainda tem muito que pode trabalhar. O seu objetivo foi bem traçado? Qual a motivação que está por trás? Está a fazer o tipo de exercício que gosta?

8: Está no bom caminho! O que lhe falta? Quais os pontos a trabalhar?

12: Muito bom! Continue assim!

15: Excecional! Já pensou em mudar de profissão, para atleta?

Não tenha medo de ser ambicioso! Todos temos um pouco de atleta em nós.

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Perú tropical

Com a chegada dos dias solarengos, apetece cozinhar algo diferente, sem que a linha sofra com isso. Aproveite a época das frutas tropicais, compre uma manga apetitosa e siga esta receita fresca e deliciosa!

Ingredientes (4 pessoas)

6 bifes finos de perú

1 colher de sobremesa de azeite

200ml de leite de côco light

100ml de leite magro

1 dente de alho

1 manga

1 lima

Sal e pimenta q.b.

120g Arroz basmati (8 colheres de sopa de arroz cru)

Preparação (20 minutos)

Dispor os bifes de perú numa folha de película aderente. I Colocar outra folha por cima e com uma faca larga ou martelo de bifes, bater os bifes para que fiquem finos, largos e uniformes. I Temperar com sal e pimenta. I Lavar e descascar a manga. I Cortar 6 palitos da manga, distribuir sobre uma das pontas dos bifes e enrolar. I Colocar o rolo em cima da ponta (não necessita de palito). I Colocar num tacho o azeite, o dente de alho moído e deixar saltear 1 minuto. I Introduzir os bifes de perú com a ponta da união virada para baixo e deixar alourar bem. I Virar os rolos cuidadosamente e alourar do outro lado. I Retirar da frigideira os rolos de perú e colocar o resto da manga cortada em cubos. I Deixar saltear 1 ou 2 minutos com o alho que ficou na frigideira. I Deitar o leite de côco e o leite magro e levar à fervura. I Colocar de novo os rolos de perú para terminarem de cozinhar por 2 ou 3 minutos. I Desligar e acrescentar a raspa da casca da lima. I Servir com o arroz basmati.

Valor Nutricional (por porção)

362 kcal I 37g de Proteína I 9g de Gordura total I 30g de Hidratos de carbono I 2g de Fibra