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Óleo de coco, a nova aposta na cozinha

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Na dieta mediterrânea o azeite é o rei. Mas na próxima ida às compras, aconselhamos que experimente trazer o óleo de coco. Porquê? Porque vai fazer bem à sua saúde é porque é bom variar a alimentação.

É verdade que o óleo de coco contém maioritariamente ácidos gordos saturados e também é verdade que se aconselha uma redução de gorduras saturadas. Mas as gorduras deste óleo são diferentes – trigliceridos de cadeia média (TCM’s). Estes são metabolizados de forma distinta pelo nosso organismo, sendo rapidamente utilizados como fonte energética, não sobrecarregando o fígado. Rico em ácido láurico, uma gordura saturada que pode aumentar o colesterol LDL “mau colesterol” mas também, e mais importante, promove o aumento do HDL “bom colesterol”. Por este motivo, é um substituto preferível quando existe o consumo frequente de gorduras hidrogenadas. Ainda, o óleo de coco contém vitaminas E e K e Ferro na sua composição, embora em doses muito baixas, não devendo ser consumido com o propósito de aumentar o consumo destes nutrientes.
Não é necessário armazenar o óleo de coco no frio e, relativamente à temperatura limite, não deve ser utilizado para grandes frituras. No entanto, tolera temperaturas mais elevadas do que o azeite. Ao comprar, tenha em atenção ao rótulo de modo a assegurar que o óleo de coco não foi parcialmente hidrogenado, para não conter gorduras trans, essas sim, responsáveis pelo aumento dos níveis de colesterol, nomeadamente do LDL.
Por aqui, somos defensores da variedade com qualidade e o óleo de coco corresponde aos critérios. Por isso, use mas não abuse.

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