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NEWS: França proíbe máquinas de oferta ilimitada de bebidas

Dada a importância da temática da obesidade, nunca é demais referir a necessidade de medidas de promoção de estilos de vida saudáveis, nomeadamente de uma alimentação mais adequada.

A nova legislação aplicada em França, tem como principal objetivo o combate à obesidade, cuja prevalência da população é de 15,3%. A mesma prevê a impossibilidade de ir a um restaurante, pagar um determinado valor pela refeição e encher o copo numa máquina, as vezes que a pessoa desejar. Por conterem açúcares ou adoçantes artificiais, desta lista de bebidas fazem parte os refrigerantes, concentrados à base de água, leite, cereais e fruta, néctares e bebidas energéticas. A diminuição do consumo deste tipo de produtos alimentares é importante já que o mesmo tem grande contributo para o excesso de peso e obesidade.

Em Portugal, entrou recentemente em vigor, uma nova legislação que prevê um imposto sobre as bebidas açucaradas, nomeadamente refrigerantes. A mesma medida já havia sido implementada em França: um importo sobre as bebidas que contenham açúcar ou outros edulcorantes e teve um forte impacto do consumo já que, estudos feitos posteriormente, revelaram uma diminuição no consumo de bebidas com gás.

Ainda por cá, outras medidas serão adotadas no sentido de diminuir o consumo de açúcar por parte da população, por exemplo, diminuir a quantidade de açúcar dos pacotes disponibilizados em cafés e superfícies de restauração. A medida ainda não foi aplicada mas espera-se que o mesmo seja realizado em breve.

Medidas como as referidas são de extrema importância, contribuindo para a alteração do padrão de consumo alimentar, reduzindo a ingestão de alimentos cuja a composição nutricional em nada favorece a saúde do indivíduo.

 

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Por falar nisso… baixo peso e anorexia são sinónimos?

Tantas vezes se ouve falar sobre o excesso de peso e a obesidade em Portugal, suas consequências e como é a doença do século XXI. Esta preocupação é e deve ser uma prioridade para os orgãos de saúde pública, privada e para a população em geral.

No entanto, existe outro grupo do qual pouco se fala, mas cuja saúde também pode estar em risco devido a um peso desadequado e onde muitas vezes também existe insatisfação coma imagem corporal: as pessoas com baixo peso ou magreza. Na maioria das vezes, quando se fala em alguém nesta situação é para fazer um comentário: é anorético(a). Mas… pode não ser. Aliás, na maioria dos casos, não é.

Ter baixo peso ou magreza, significa que a relação entre o peso e a altura (Índice de Massa Corporal) está abaixo do considerado saudável, ou seja, abaixo de 18,5. Nestas situações, deve ser ainda avaliada a composição corporal, em termos de massa gorda e massa muscular, para uma melhor compreensão da situação.  E aqui, pode-se distinguir 3 tipos de situação: baixo peso e metabolismo elevado, baixo peso e pouco apetite e baixo peso e distúrbio alimentar, que pode ser então, uma situação de anorexia nervosa.

Baixo peso e metabolismo elevado

Geralmente, são pessoas quem têm baixo peso desde a infância e não foi despistada qualquer situação de doença, tratando-se, por isso, apenas de um metabolismo elevado. É aquela situação que com frequência se vê como desejável e à qual se faz comentários como “quem me dera ser como tu” ou “não sei do que te queixas, podes comer o que quiseres e não ganhas peso”. Isto ocorre pois o que a maioria da população quer e alguns se esforçam para, é ser “magro”. Existem pessoas com baixo peso que se sentem confortáveis como estão e querem mesmo manter-se dessa forma, sem pensar muito no assunto. No entanto, a nossa experiência profissional diz-nos que muitas vezes quem tem baixo peso não se sente bem com o seu corpo, tendo baixa auto-estima e estando numa constante luta para ganhar peso ou, pelo menos, não perder mais. Sentem que a roupa lhes fica mal, que de fato de banho “se vêm os ossos”, por vezes sentem pouca resistência e força… e ainda ouvem com frequência que podem estar doentes, que são anoréticos e que estão assim porque querem. Não é fácil lidar com tudo isto. E não estão assim exactamente porque querem, esforçando-se com frequência para comer mais, às vezes até ao ponto do enfartamento.

Baixo peso e pouco apetite

Este grupo, à semelhança do anterior, não se esforça para ter pouco peso. Simplesmente é uma consequência de outra situação, neste caso de pouco apetite. São indivíduos que, na sua maioria, com mais facilidade podem ganhar peso se assim o desejarem, pois o seu metabolismo pode não ser tão elevado como o metabolismo do grupo anterior. Nem sempre são casos que vêm da infância, podendo ser consequência de outras situações (depressão, ansiedade, …) em que a falta de apetite momentânea permaneceu e é frequente o apetite e o peso serem flutuantes, variando com os acontecimentos na vida, companhia, humor, entre outros. Ter pouco apetite pode não significar sofrer de anorexia nervosa, pois não há esforço para comer menos, nem medos ou sentimentos negativos fortes associados à comida em si e ao acto de se alimentar. Há apenas pouco apetite.

Baixo peso e anorexia nervosa

A anorexia nervosa é um distúrbio alimentar sério, que pode colocar em risco a própria vida da pessoa. Caracteriza-se pela recusa alimentar propositada e perda de peso desnecessária e excessiva, exacerbadas por um medo ilógico de ganhar peso e uma percepção distorcida da própria imagem corporal. De notar que a perda de peso é apenas a consequência de vários comportamentos e que sem eles, não existe anorexia nervosa, ou seja e reforçando o que já aqui se referiu, quem tem baixo peso ou magreza, não é necessariamente anorético se não tiver os sentimentos negativos associados à alimentação. Aliás, a prevalência de anorexia nervosa em Portugal ronda os 0,4% da população geral, logo não é frequente.

 

Hoje em dia, tem-se falado mais acerca de pessoas com magreza ou baixo peso (sem anorexia nervosa) e é mais frequente a procura de soluções através da consulta de nutrição e/ou acompanhamento de ginásio para aumento de massa muscular e volume. A verdade, é que consegue-se trazer felicidade e bem-estar a estas pessoas que, até aí, sentiam que esforçavam-se para comer e não viam evolução no peso. Parte do apoio é realmente fazer estes indivíduos perceber que não são logo titulados de “anoréticos”, que são compreendidos e que, com esforço, há solução. E sim, ganhar peso nestas situações exige esforço, pois momentos de stress, ansiedade, tristeza ou alteração radical de rotina, podem provocar uma perda de peso brusca, se não souber o que fazer para contrariar essa tendência.

Assim, se conhece alguém com baixo peso, não assuma que existe um distúrbio alimentar, não lhe chame logo e frequentemente de anorético, mesmo que seja em brincadeira. Caso queira ajudar, pergunte se a pessoa sempre teve baixo peso ou se é recente. Se houver abertura, reforce junto dessa pessoa para realizar mais refeições e que mais lhe agradam, mas não esteja sempre a impingir comida. Se sentir que há desejo, disponibilidade e vontade para ganhar peso, sugira acompanhamento profissional.

No caso de ser uma situação de perda de peso brusca sem aparente motivo ou se desconfiar que poderá haver algum tipo de disturbio alimentar, o mais aconselhável será consultar um médico. Apesar de pouco frequentes, estas situações também ocorrem e devem ser acompanhadas com delicadeza, tempo e paciência, por um profissional.

 

Referências consultadas:

Anorexia Nervosa. Natrional Eating Desorders Association. Em: https://www.nationaleatingdisorders.org/anorexia-nervosa

CARDOSO, Sónia (2002), “Representações Sociais dos Distúrbios Alimentares: estudo empírico junto a ex-pacientes, familiares e técnicos de saúde”. Tese de Mestrado em Sociologia. Coimbra: FEUC.

PORTUGAL Alimentação Saudável em números – 2014. Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável. DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE, LISBOA. Dezembro de 2014

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Receita: Papas de aveia com maçã e sementes de chia

Papas de aveia é um clássico da alimentação portuguesa por vários motivos: são saborosas, fáceis e rápidas de fazer, saciantes (devido ao seu teor em fibra) e de muito baixo custo. Com esta receita, irá obter um teor de fibra ainda maior, sendo uma excelente opção para quem sofre de obstipação. Ainda, é óptima para quem tem muito apetite pela manhã.

Sugerimos que faça mais de uma porção de cada vez e poderá até fazê-las à noite, ficando com porções para vários pequenos-almoços ou lanches. É só guardar no frigorífico em doses individuais. Prático e bom!

Ingredientes (3 porções)

120g de aveia grossa

2 copos de leite magro (ou uma bebida vegetal)

1 maçã pequena

15g de mel (cerca de 1 colher de sopa cheia)

15g de sementes de chia

Canela a gosto

Preparação (15min)

Colocar em lume brando uma frigideira com o leite e a aveia. | Lavar bem a maçã, cortar em cubos e retirar as sementes. | Cortar cada quarto de maçã ao meio e fatiar em fatias finas. | Juntar a maçã e o mel ao preparado da aveia que está ao lume. | Deixar cozinhar cerca de 10minutos (ou mais, caso prefira), mexendo com frequência. | Desligar e adicionar as sementes de chia, mexendo bem todo o preparado. | Adicionar canela a gosto. | Bom apetite!

Valor nutricional (por porção)

236 kcal | 10g de Proteína | 4g de Gordura Total | 37g de Hidratos de Carbono | 6,5g de Fibra

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O dia em que fui ao RPM

 

Penso que não sou a única pessoa que já passou por todas as fases motivacionais no ginásio: a fase em que andava meio baldas e a fase em que ia quase diariamente; a fase em que só fazia aulas, porque cardio/musculação era uma seca e a fase em que só fazia cardio/musculação, porque não me apetecia ir às aulas. De momento, estou num misto de tudo isto: pouca vontade de ir treinar, mas lá vou; cardio/musculação deixaram de ser uma seca e já me começa a apetecer fazer uma ou outra aulinha de vez em quando.

Com este espírito em mente, ao ver o novo mapa de aulas do meu ginásio, resolvi fazer algo que sempre disse que não faria: ir ao RPM. Porque é que sempre disse que não faria, perguntam vocês? Porque aquilo sempre me pareceu um bocado o inferno na forma de uma sala escura, muito quente, com muito som e muito suada. Com lasers pelo meio…. Nunca percebi a cena dos lasers nas aulas de Cycling, RPM e outras que tais, mas que os há quase sempre, há! Se alguém souber o porquê, por favor, partilhe. De certeza que não sou a única com esta dúvida.

Assim sendo e cheia de positivismo, lá me preparei para a estreia no RPM. Ténis: check! Toalha: check! Água: check! Já tinha visto malta a ir para esta aula e levam quase sempre uma almofadinha em formato de selim, mas não tinha. Não ia comprar para ir experimentar a aula. Também, de certeza que não era assim tão essencial. Enquanto espero para entrar na sala, apercebo-me que, realmente, a tal “almofadó-selim” é um essencial nas mãos do pessoal. Quem não tem, leva uma segunda toalha… começo a pensar que posso ter cometido um erro de principiante, mas já não havia nada a fazer.

Entro na aula e o professor explica-me tudo, ajeita-me o selim, o guiador (que ali não guia nada), os apoios dos pés e sei lá mais o quê, enquanto me explica tudo o que faz (que para mim só me soa a “bla bla bla whiskas saquetas”). E eu lá me sento, naquilo que deve ser a posição perfeita para o ciclismo, tendo em conta a quantidade de partes da bicicleta que foram personalizadas para este corpinho. Olho à minha volta e está tudo já a pedalar. “Vamos lá a isto…” penso eu e dou o primeiro arranque. Para quem já fez alguma aula destas, sabe que a bicicleta está com o mínimo de resistência, ao início da aula. Eu não sabia. Por isso, não só devo ter dado o arranque com mais vontade que aquela bicicleta já viu, que quase que efectivamente andou, como fiquei toda contente: “Isto vai ser fácil”.

Não foi. Foram 45minutos em que devo ter suado os 3L de água que já tinha bebido naquele dia, em que pensei mil vezes “mas isto não acaba???”, em que já sentia todos os ossos que existem no rabo, em que mandei o professor pra um sítio feio (mentalmente, claro), de cada vez que ele gritava “CAARGAAAAAA”. Ele que me perdoe, mas é a verdade. Obviamente que quando ele perguntava se estava tudo bem, eu fazia o meu sorriso amarelo nº 33 e respondia “sim, sim”. Não sei com que fôlego, mas respondia.

Olhando à minha volta, percebia que não era a única a morrer. Percebi também que há quem goste de ir lá morrer todas as semanas. Que apertam aquela rosca da resistência com pujança, levantam o rabo e sobem uma colina imaginária com vontade enquanto gritam “hey’s” e coisas do género. Uns gritos numa aula de combat percebo, mas ali não. Ali falar ou gritar é perder segundos de respiração essencial para não entrar em apneia.

Surpreendentemente, a aula terminou relativamente depressa. Sim, pensei várias vezes “mas isto não acaba”, mas acabou até antes de eu esperar. E eu tinha SOBREVIVIDO… Era uma resistente, uma lutadora, uma guerreira. Pelo menos era o que sentia naquele momento enquanto alongava e pensava “isto afinal não é assim tão mau”.

Tanto não é assim tão mau, que já lá voltei mais algumas vezes (com toalhinha extra, aquele selim não me lixa outra vez!). E é sempre a mesma montanha russa de emoções e pensamentos: “isto vai ser rápido”, “MAS ISTO NÃO ACABA?!” e “Já está! Boa!”. Porque na verdade é um treino eficaz em apenas 45minutos. Assim, com uma ligeira amnésia, lá faço esta aula com alguma frequência, mas sem gritar “hey’s” e sem ver a colina na minha cabeça. Isso não. Lamento.

C.

First Lady Michelle Obama has lunch with students at Parklawn Elementary School in Alexandria, Va., Jan. 25, 2012. The First Lady and Agriculture Secretary Tom Vilsack visited the school to sample a healthy meal that meets the United States Department of AgricultureÕs new and improved nutrition standards for school lunches. (Official White House Photo by Chuck Kennedy)

This official White House photograph is being made available only for publication by news organizations and/or for personal use printing by the subject(s) of the photograph. The photograph may not be manipulated in any way and may not be used in commercial or political materials, advertisements, emails, products, promotions that in any way suggests approval or endorsement of the President, the First Family, or the White House.Ê

NEWS: Depois de Michelle – Políticas de Alimentação Saudável desenvolvidas

 

Barack Obama deixou a presidência dos Estados Unidos da América há cerca de 1 mês, deixando oportunidade para reflexão das políticas desenvolvidas pelo mesmo, mas não só… Michelle Obama, ex primeira-dama, teve um papel fundamental na implementação de políticas de promoção da alimentação saudável e prevenção em saúde, nomeadamente na população jovem. Vejamos:

  • Criou programas de combate à obesidade infantil, através da plataforma “Let’s move”, formando e sensibilizando crianças e as suas famílias, professores e educadores, para a prática de atividade física e adoção de uma alimentação saudável. Este programa teve ainda uma ação direta nas escolas, capacitando-as não só no sentido de poderem dar formação no âmbito da nutrição e alimentação, como também na disponibilização de refeições saudáveis para crianças e adolescentes.
  • Juntou os movimentos “Let’s move”, FLOTUS e Partnership for a Healthier America (PHA) no sentido de promover o acesso fácil a alimentos saudáveis, diminuindo o seu preço. Estabeleceu ainda diversas parcerias com empresas da indústria alimentar e cadeias de restauração, no sentido de disponibilizar menus e alternativas saudáveis para os consumidores.
  • Melhorou o esquema de rotulagem nutricional dos Estados Unidos da América, a maior mudança dos últimos 20 anos neste âmbito, tornando a rotulagem mais clara e de fácil compreensão.
  • Promoveu diversas iniciativas de promoção à prática de exercício físico, incentivando as crianças e realizar desportos e atividade física dentro e fora da escola.

Muitas foram as medidas adotadas por Michelle no que diz respeito à promoção de hábitos alimentares saudáveis e à educação nutricional das crianças, tanto nas escolas como em suas casas. O trabalho realizado deverá ser exemplo para o futuro, no sentido de dar continuidade às medidas adotadas e atuar ainda mais junto da população, nomeadamente nas crianças. O seu desempenho nesta área foi crucial como chamada de atenção para a problemática e que iniciativas destas são sempre bem-vindas por parte do governo e de entidades privadas. No fundo, Michelle espalhou a mensagem de que há sempre algo que podemos fazer e todos podemos contribuir para a mudança começando já em nossas casas!

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Bolo de Coco e Framboesas

E porque hoje é Dia dos Namorados, deixamos uma sugestão de sobremesa para o seu jantar romântico. Saudável, saborosa e com a cor que tanto caracteriza o amor e este dia. Experimente e surpreenda alguém com este bolo de coco e framboesas.

Ingredientes (Aproximadamente 12 fatias):

– 150g de farinha de milho

– 100g de coco ralado

– 80g de Framboesas

– 1 Iogurte natural magro

– 1 Ovo

– 3 Claras de ovo

– 1 Colher de sopa de óleo de coco

– 1 Colher de chá de fermento

Preparação:

Pré-aquecer o forno a 180.º | Numa taça, juntar a farinha de milho, o fermento, o coco ralado e o iogurte natural. | Adicionar o ovo, as claras e o óleo de coco. | Por último, adicionar as framboesas ao preparado. | Levar ao forno durante 35 min.

Está pronto a servir!

Sugestão: decore com framboesas ou lascas de coco torrado.

Informação Nutricional (1 fatia):

122 kcal | 3,4g de proteína | 13g de gordura total | 10g de hidratos de carbono | 2,5g de fibra

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Mimos de Pescada em papelote

Quer aumentar o seu leque de receitas deliciosas de peixe? Esta é uma receita rápida e fácil, que agrada a toda a família.

Ingredientes (4 porções)

4 mimos de pescada

2 cebolas médias

2 tomates médios

2 dentes de alho

4 lascas de manteiga magra (máximo 5g cada)

Salsa q.b.

Sal q.b.

Pimenta q.b.

Preparação (30min)

Dispor 4 folhas de papel de alumínio grandes o suficiente para colocar a pescada e fechar o papelote. | Lavar e cortar finamente a cebola e o tomate. | Colocar em cada folha meio tomate e meia cebola cortadas, dispostas de forma a colocar a pescada por cima. | Adicionar os mimos de pescada em cima da cebola e tomate. | Temperar os mimos de pescada com o sal, pimenta e um pouco de alho moído. | Por cima, colocar a lasca de manteiga magra e a salsa. | Fechar o papelote de modo a não permitir a saída de ar. | Levar ao forno a 200º durante 20min. | Está pronto a servir!

 

Valor nutricional (por porção)

131 kcal | 16g de Proteína | 5g de Gordura Total | 4g de Hidratos de Carbono | 2g de Fibra

 

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NEWS: versão interativa da Roda dos Alimentos Mediterrânica

A Roda dos Alimentos é um dos símbolos de educação alimentar mais utilizados em Portugal, sendo revista e atualizada desde 1977. Desde então, paralelamente às atualizações feitas ao longo do tempo, várias pirâmides alimentares e suas alterações têm surgido e adotadas como referência.

Em 2016 surge a Roda dos alimentos Mediterrânica, uma representação gráfica que assenta na roda dos alimentos portuguesa com a particularidade de dar ênfase ao padrão alimentar mediterrâneo, tanto na componente alimentar como na componente relativa aos estilos de vida. Este projeto foi desenvolvido pela Faculdade de Ciências da Nutrição da Universidade do Porto e reforça a importância da alimentação mediterrânica na população portuguesa.

Assim, a par da roda dos alimentos já existente, a nova versão realça os alimentos principais subjacentes a uma alimentação mediterrânica, enquadrando-os no seu grupo de alimentos respetivos. Simultaneamente, são ainda referidos os seguintes princípios:

  • Respeito pela sazonalidade e preferência pela proveniência local dos alimentos;
  • Incentivo à incorporação de ervas aromáticas como veículo de maior sabor em detrimento do abuso do sal de adição;
  • Promoção da utilização e transmissão geracional de técnicas culinárias saudáveis tradicionais, como sopas, ensopados e caldeiradas;
  • Incentivo ao tempo dedicado à confeção dos alimentos e sua inserção no quotidiano através da partilha com família e amigos;
  • Combate ao sedentarismo pelo incremento ao tempo dedicado a atividades de lazer.

Recentemente, a Direção Geral de Saúde apresentou a versão interativa da Roda dos Alimentos Mediterrânica. Esta ferramenta está disponível em http://www.alimentacaosaudavel.dgs.pt/roda-dos-alimentos-mediterranica/ e nela é possível explorar os vários grupos de alimentos presentes na roda apresentando ainda os princípios alimentares associados à prática de uma alimentação com base na dieta mediterrânica.

Além de uma ferramenta útil no âmbito da educação alimentar e promoção de estilos de vida saudáveis, a mesma está disponível gratuitamente e de acesso a todos.

Recomendamos que experimente esta ferramenta interativa e siga os conselhos: tenha como base uma alimentação mediterrânica e pratique exercício físico regulamente!