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O Reducitarianismo

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Tem ganho cada vez mais praticantes, muitos deles sem saber que o seu padrão alimentar tem um nome.

O reducitarianismo caracteriza-se pela tendência em reduzir o consumo de carne e pescado, e ainda produtos lácteos e ovos, independentemente do grau de motivação. Trata-se de uma forma gradual e flexível de reduzir os produtos de origem animal da alimentação. O movimento surge na sequência da crescente preocupação com a sustentabilidade e com o facto de vários estudos recentes apontarem para o benefício para a saúde seguindo uma alimentação com base vegetal. Inerentes à prática estão, portanto, questões de saúde, ambientais e sustentabilidade e ainda a questão ética alusiva à morte dos animais.

A diferença relativamente ao flexitarianismo prende-se com o facto deste último ter como base uma alimentação vegetal e incluir ocasionalmente produtos de origem animal. Já o reducitarianismo visa a redução gradual do consumo destes últimos.

Este movimento não é novo, apenas foi atribuído um nome a uma prática que tem vindo a ter cada vez mais seguidores. O mesmo pode conduzir, ou não, ao veganismo ou vegetarianismo já que é promovida a redução do consumo de produtos de origem animal com a possível consequência de deixar de os consumir totalmente.

Como em qualquer situação de restrição alimentar, seja qual for o motivo, deverá ter sempre acompanhamento profissional no sentido de garantir as suas necessidades nutricionais e não comprometer a sua saúde. Se este for o seu caso, não hesite em contactar um nutricionista.

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