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NEWS: Nova aplicação desenvolvida por estudantes ajuda a comprar alimentos de acordo com as suas restrições

Foi criada por alunos da Faculdade de Engenharia do Porto e tem como principal objetivo auxiliar pessoas com restrições alimentares a escolherem e a comprarem alimentos de forma segura. A aplicação permite alertar os consumidores sobre os produtos potencialmente perigosos e que os podem colocar em risco.

Chama-se “Nutrisafe” e fornece dados sobre a informação nutricional e ingredientes do produto. Tem ainda o sistema de “semáforo nutricional” onde o consumidor poderá ver teor de açúcar, sal e gordura.

Além de todas as funções acima mencionadas, permite a sua personalização no sentido em que alerta as pessoas para a eventualidade o produto não ser seguro, tudo de acordo com as configurações do perfil do utilizador e as suas restrições alimentares.

Numa era em que a tecnologia assume um papel importante na sociedade, este tipo de iniciativas e serviços são uma mais-valia por se revelarem benefício direto nas pessoas. Contribui ainda para a literacia em saúde já que estes serviços permitem sempre a passagem de conhecimento e permitem ao consumidor fazer uma escolha informada e, neste caso, personalizada e de acordo com as suas restrições alimentares.

A equipa Nutrihome dá os parabéns a todos os envolvidos na criação desta aplicação!

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NEWS: Resultados da aplicação da nova taxa nos refrigerantes e bebidas açucaradas

Já lhe tínhamos dado conta da nova legislação, num artigo anterior. Hoje falamos dos impactos da medida de taxação sobre as bebidas açucaradas nos hábitos de consumo e, consequentemente, na saúde dos portugueses.

A nova lei entrou em vigor no mês de fevereiro e, desde então, tem se registado uma diminuição substancial do consumo de bebidas com açúcares e adoçantes, sendo que nas bebidas com maior teor de açúcar a quebra foi de 72% (dados do ministério da saúde).

Nos produtos com mais de 80g por litro, verificou-se, no mês de abril, uma quebra de 29 milhões de litros para 8 milhões, o que é uma redução considerável ao nível do consumo.  O mesmo não aconteceu com as bebidas com até 80g de açúcar por litro, sendo a redução menos exacerbada de 35 milhões de litros mensais parA 32 litros.

Os resultados apresentados são provisórios e novos dados serão divulgados em breve. No entanto, estima-se já que o Estado angarie cerca de 80 milhões de euros com a medida aplicada, dinheiro este aplicado diretamente do Serviço Nacional de Saúde.

Este novo imposto abrange desde bebidas sem álcool mas com açúcar ou outros edulcorantes adicionados (como refrigerantes, chás ou águas gaseificadas) até às bebidas com um teor de álcool superior a 0,5% por volume e inferior a 1,2%.

Além das receitas do estado que irão ser aplicadas na saúde, esta medida está a permitir a diminuição drástica do consumo deste tipo de bebidas, que muitas implicações têm ao nível da saúde, por terem um pobre conteúdo nutricional e um elevado teor calórico e em açúcares. Medidas como esta, já adotadas anteriormente por outros países europeus, revelam-se uma mais-valia na prevenção de maus hábitos de consumo alimentar permitindo também às entidades estatais de poderem prevenir gastos associados à saúde e de canalizarem o rendimento inerente às taxas para aplicar na saúde e nas áreas alusivas que necessitam de maior investimento financeiro e reformas.

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O Reducitarianismo

Tem ganho cada vez mais praticantes, muitos deles sem saber que o seu padrão alimentar tem um nome.

O reducitarianismo caracteriza-se pela tendência em reduzir o consumo de carne e pescado, e ainda produtos lácteos e ovos, independentemente do grau de motivação. Trata-se de uma forma gradual e flexível de reduzir os produtos de origem animal da alimentação. O movimento surge na sequência da crescente preocupação com a sustentabilidade e com o facto de vários estudos recentes apontarem para o benefício para a saúde seguindo uma alimentação com base vegetal. Inerentes à prática estão, portanto, questões de saúde, ambientais e sustentabilidade e ainda a questão ética alusiva à morte dos animais.

A diferença relativamente ao flexitarianismo prende-se com o facto deste último ter como base uma alimentação vegetal e incluir ocasionalmente produtos de origem animal. Já o reducitarianismo visa a redução gradual do consumo destes últimos.

Este movimento não é novo, apenas foi atribuído um nome a uma prática que tem vindo a ter cada vez mais seguidores. O mesmo pode conduzir, ou não, ao veganismo ou vegetarianismo já que é promovida a redução do consumo de produtos de origem animal com a possível consequência de deixar de os consumir totalmente.

Como em qualquer situação de restrição alimentar, seja qual for o motivo, deverá ter sempre acompanhamento profissional no sentido de garantir as suas necessidades nutricionais e não comprometer a sua saúde. Se este for o seu caso, não hesite em contactar um nutricionista.

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NEWS: Descoberta ligação entre apetite e bactérias presentes na flora intestinal

Um estudo, realizado com base em moscas-da-fruta revelou que as bactérias presentes no intestino podem ter influência no cérebro e alterar as preferências alimentares. Investigadores portugueses da Fundação Champalimaud estiveram envolvidos nesta mesma investigação.

Concluiu-se que, embora as bactérias, que neste caso foram identificados dois tipos, não sejam o único fator para determinar as escolhas alimentares e o apetite, qualquer uma das bactérias em causa vai condicionar o comportamento alimentar.

O estudo foi realizado foi feito em moscas-da-fruta pelo que se deverão fazer mais estudo em mamíferos já que a complexidade dos microrganismos presentes nos seus aparelhos digestivos é muito maior, no entanto, o estudo em causa já parece dar indícios.

Uma das bactérias faz aumentar o apetite por comidas ricas em açúcar uma vez que retira para si o açúcar presente na comida. Quando os cientistas privaram as moscas de aminoácidos verificaram que não se desenvolveu apetite por comidas ricas em proteínas fazendo concluir que as bactérias induzem uma alteração metabólica que atua diretamente sobre o cérebro simulando um estado de saciedade proteica.

Pela primeira vez, um estudo comprova que o microbioma intestinal interage sobre o cérebro alterando as preferências alimentares. Para produzir esse efeito, as bactérias recorrem a um novo mecanismo, mecanismo esse ainda não conhecido, pelo que serão necessários mais estudos.

Ainda que pouco conclusivo, este estudo traz uma abordagem inovadora relativamente à temática do apetite e o que o pode influenciar, dando abertura para a realização de mais testes neste campo, com base no que já foi feito e comprovado!

 

 

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Pães há muitos: saiba como escolher

Pães há muitos, e na hora de comprar há que saber escolher. É redutor assumir que o pão engorda já que tudo engorda se for em excesso mas mais que a quantidade, falemos da qualidade do produto em causa.

O pão é um alimento que, em regra, é saudável. Um produto inserido nas recomendações de uma alimentação mediterrânica e consumido há milhares de anos. Feito a partir de farinha, podendo ser de vários tipos e de cereais diferentes, água e sal: um combinado simples e muito apreciado, nomeadamente na gastronomia portuguesa. Hoje em dia, o seu processamento já permite características nutricionais específicas ou propriedades organoléticas diferentes.

É constituído essencialmente por hidratos de carbono, algum teor proteico, vitaminas e sais minerais. Dependendo do que é feito, poderá ter mais ou menos quantidade de fibra e possuir gordura ou não.

Constitui uma excelente opção para o seu pequeno-almoço ou para o lanche. Tenha especial atenção ao que adiciona ao pão: opte por produtos de charcutaria na versão magra, nomeadamente fiambre de aves, queijo magro (flamengo ou fresco), húmus, manteigas vegetais em moderação, creme vegetal em substituição da manteiga, pastas vegetais e feitas em casa, fruta (à partida uma combinação estranha mas muito agradável)…

Quanto mais escura e complexa for a farinha de que é feito, maior o teor de fibra. A fibra favorece o trânsito e saúde intestinal, promove a saciedade, regulariza a absorção dos açúcares dos alimentos e contribui para a prevenção de diversas patologias. Evite:

  • Pão feito exclusivamente de farinha de trigo
  • Pão com adição de açúcar e gordura
  • Pão embalado de forma, tem uma quantidade considerável de conservantes e açúcar para se manter comestível e saboroso por vários dias
  • Pão para hambúrguer ou cachorro e pão-de-leite.

Opte então por pães feitos a partir de farinhas mais complexas. Se comparar rótulos, poderá verificar que há pães integrais com maior valor calórico, no entanto, é de salientar que as calorias não são tudo e há que valorizar a qualidade do produto e o seu impacto na saúde. Prefira opções como:

  • Pão integral
  • Pão de centeio
  • Pão de milho
  • Pão de mistura (trigo e centeio u outros)
  • Pão de cereais (atenção à adição de gordura e açúcar)
  • Pão de alfarroba

Se for celíaco ou intolerante ao glúten, já existem opções viáveis no mercado e algumas com características nutricionais aceitáveis. Procure ler os rótulos e perceber que tipo de ingredientes contem. Para conferir um sabor agradável, normalmente, estes produtos têm adição de gordura e açúcares, retirando a qualidade nutricional do produto. Nestes casos, opte por fazer o pão em casa.

Congele o pão ou conserve em local fresco e seco, de forma a não criar bolor, no prazo máximo de 2 dias.

Na hora de ir às compras, tome nota das dicas que aqui apresentámos. No supermercado ou na padaria, procure sempre um produto de qualidade e feito com ingredientes que favoreçam a sua saúde: escolha um pão feito a partir de farinhas integrais, ricas em fibra e modere a quantidade porque tudo em demasia faz mal!

 

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A Ortorexia

Uma alimentação saudável e equilibrada é sempre um ponto importante na saúde de qualquer indivíduo, no entanto, quando a relação com a comida não é positiva e a preocupação com a alimentação saudável se torna patológica e obsessiva falamos de um distúrbio do comportamento alimentar – a ortorexia.

A ortorexia é então um transtorno alimentar que envolve uma obsessão por seguir uma alimentação saudável. Ao contrário de outros transtornos do comportamento alimentar, a ortorexia centra-se na preocupação com a qualidade, não havendo restrição alimentar do ponto de vista da quantidade nem recusa alimentar nesse sentido. Esta rigidez no que toca ao consumo alimentar causa impacto na qualidade de vida das pessoas sendo que a ajuda profissional deve ser sempre considerada.

Os estudos ainda são limitados mas já existem alguma evidência científica quanto ao à ortorexia.

Alguns fatores indicam para a hipótese de aparecimento desde transtorno:

  • Transtornos alimentares anteriores, nomeadamente anorexia e bulimia.
  • Ansiedade
  • Necessidade de controlo
  • Tendência para o perfeccionismo
  • Profissionais de Saúde

Por vezes, é difícil distinguir uma situação de ortorexia e uma preocupação normal com a alimentação saudável, no entanto, são identificados alguns parâmetros de indício da doença:

  • Comportamentos compulsivos ou preocupação exagerada relacionada com escolhas alimentares
  • Ansiedade autoimposta por quebrar regras dietéticas criadas por si
  • Restrições alimentares severas e padrão alimentar compatível com regime de desintoxicação
  • Desnutrição severa com ou sem perda de peso associada
  • Insatisfação com a imagem corporal
  • Isolamento social devido a questões alimentares (por exemplo deixar de ir a determinado restaurante ou local por não conter os alimentos que considera adequados).

A ortorexia traz diversas consequências para a saúde, destacando-se:

  • Carência nutricional
  • Distúrbios hormonais
  • Baixo rendimento escolar ou de trabalho
  • Isolamento social
  • Depressão
  • Ansiedade

Esta doença do comportamento alimentar, como qualquer outra do género, necessita de uma abordagem multidisciplinar de profissionais de saúde como médico, psicólogo e nutricionista que possam acompanhar a pessoa no sentido de a ajudar a restabelecer uma relação saudável com a comida, fora de um padrão de compulsão e obsessão.

 

 

 

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NEWS: Dietas sem glúten só são recomendadas para celíacos ou intolerantes

NEWS: Dietas sem glúten só são recomendadas para celíacos ou intolerantes

Um estudo recente, publicado na conceituada revista médica britânica BMJ, contraria as tendências atuais das dietas sem glúten ou dietas com a sua restrição, em indivíduos sem qualquer tipo de intolerância ou patologia diagnosticada clinicamente, nomeadamente doença celíaca.

O estudo revela que a dieta sem glúten apenas deve ser aconselhada em pessoas com intolerância, alergia ou doença celíaca diagnosticada. Ainda, este estudo indica que a restrição do glúten na dieta (nutriente presente em cereais como o trigo, centeio, cevada e aveia não certificada), pode ter como consequência a diminuição da ingestão de cereais e grãos integrais o que pode contribuir para o aparecimento de doenças cardiovasculares e até levar à carência de determinado tipo de nutrientes, risco que não se justifica caso não exista patologia ou intolerância associada ao glúten.

Assim, este estudo veio reforçar outros que indicam que o glúten não deve ser retirado da alimentação, se não existirem alterações gastrointestinais ou outros sintomas associados à ingestão de alimentos que o contenham, já que isso não traz qualquer benefício para a saúde, a menos que tenha sintomas associados à sua ingestão. O número de pessoas que começou a retirar o glúten da alimentação (sem uma justificação com base em sintomatologia ou doença) tem vindo a aumentar com base na crença de que o glúten pode ter efeitos prejudiciais para a saúde, algo que não está provado ou sustentado cientificamente.

Como qualquer tema muito falado na internet e comunicação social, a tendência é surgirem informações incorretas. Se existem pessoas que deveriam excluir o glúten, mas desvalorizam os seus sintomas e não procuram o diagnóstico correto, existem outras tantas que partem para essa decisão sem necessidade. Para não correr riscos com a sua saúde que podem ser desnecessários, antes de alterar o seu regime alimentar, consulte sempre um nutricionista a fim de perceber a melhor forma de se alimentar sem comprometer a sua saúde. Se tem sintomas adversos associados ao consumo de alimentos com glúten, não o restrinja da sua alimentação sem antes consultar um médico e realizar os testes necessários.

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Comer fora: regras que farão a diferença.

A primeira sugestão, e muito importante é: não ir para o restaurante ou para uma superfície comercial com fome. O ideal será fazer um pequeno snack antes de sair, para que não corra o risco de cair no “mais olhos que barriga”. Uma peça de fruta, um iogurte magro ou outro pequeno lanche…

Para vegetarianos, já existem inúmeras alternativas e opções. O mesmo não se pode aplica para pessoas com doença celíaca ou com intolerância/alergia mais específica já que não é fácil encontrar locais certificados para o efeito. Os alergénios, hoje em dia, encontram-se assinalados e referidos em menus mas não em todos (apesar de obrigatório por lei) e, nesse caso, deverá pedir essa informação junto de um responsável.

Deixamos algumas dicas que poderão fazer a diferença na gestão do seu peso e na sua saúde, nas alturas em que opta por comer fora de casa.

  1. Evitar entradas

Não significa que não o possa fazer pontualmente, no entanto, as entradas contribuem em muito para o aumento do aporte calórico da sua refeição e, salvo algumas exceções, nem sempre são saudáveis. As azeitonas são uma opção mas é de salientar que a quantidade é importante e, apesar de conter gorduras saudáveis, não deixam de ser gorduras. Uma sopa de legumes é também uma excelente opção.

  1. Comer e mastigar devagar

Esta é uma estratégia para evitar comer demais. A informação de que está cheio demora mais tempo a chegar ao seu cérebro, por isso, deve comer devagar de forma a ter a sensação de que está saciado na altura certa.

  1. Escolher opções de grelhados, cozidos ou assados

Ao evitar fritos e guisados está a reduzir o aporte calórico da sua refeição e a evitar o consumo exagerado de gorduras.

  1. Evitar refeições pesadas ao jantar

Ao final do dia, excetuando quando se vai deitar mais tarde por algum motivo, o nosso organismo necessita de menos calorias. Por irmos dormir em pouco tempo, será ideal evitar refeições de difícil digestão. Opte por legumes e saladas e reduza as gorduras.

  1. Atenção às bebidas

A bebida ideal é a água. Deverá evitar álcool e refrigerantes dada a sua quantidade de químicos e açúcar que não lhe conferem título de saudável.

  1. Opte por fruta na hora da sobremesa

Muitas vezes até cumprimos um regime saudável, um prato adequado e nas quantidades equilibradas e, no final da refeição, não optamos pela melhor sobremesa. Não significa que não a possa comer pontualmente mas deverá dar prioridade à fruta, por conter açucares naturalmente presentes, baixo teor de gordura (só algumas frutas contém este nutriente) e é rica em vitaminas e minerais.

  1. Evite repetir

Repetir a dose contribui para que sejam cometidos excessos. Deverá ter atenção nas porções e não deverá comer mais do que faria em casa só porque come fora. Em vez de repetir, beba água, coma devagar e peça fruta como sobremesa.

A escolha do sítio também é importante: evitar cadeias de fastfood e optar por comida tradicional, onde poderá ter mais liberdade na escolha do prato, fará certamente a diferença.

Uma vez que comer também é prazer e um momento de convívio ou até mesmo de trabalho, não se deve privar de comer o que gosta. Almoçar e jantar fora deverá ser também um momento para disfrutar, no entanto, estas sugestões de fácil aplicação podem contribuir para um regime mais saudável quando comer fora faz parte da sua rotina diária.

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Hidratação e águas aromatizadas

Com a chegada do calor, começa a preocupação com a hidratação e a própria necessidade de beber mais água e líquidos. Deverá ter cuidados ao longo de todo ano e não apenas nas estações mais quentes, é realmente crucial falar da importância em beber líquidos, particularmente água, com a ocorrência de temperaturas mais altas.

Recomenda-se que beba, no mínimo, 1,5L de água (este número pode variar consoante situação clínica específica, atividade física, peso e idade). Para muitas pessoas é difícil beber água ao longo do dia. Se se identifica com esta dificuldade, anote as seguintes estratégias, para que não se esqueça de o fazer:

  • Beba água antes das refeições: não só impede que consuma uma refeição tão volumosa, como também contribui para o aporte de água diário.
  • Transporte uma garrafa de 0,5L e vá enchendo ao longo do dia. Este volume facilita o controlo de água que deve consumir ao longo do dia e não é muito pesado para transportar consigo.
  • Coloque lembretes no computador ou telemóvel, se possível com alarme, para que não se esqueça de beber água ao longo do dia.
  • Beba chá ou águas aromatizadas e coma sopa e fruta diariamente.

As águas aromatizadas são uma forma de beber água agradável e com a característica de poder adicionar o sabor que quiser. É também uma alternativa económica às águas existentes no mercado, já que pode fazer a sua em casa, tendo a particularidade de conter alguns nutrientes provenientes dos alimentos ou ervas em infusão. Basta adicionar os ingredientes no dia anterior, e deixar no frigorífico durante a noite. Deixamos algumas sugestões:

Opção 1

  • Sumo e Cascas de 1 Limão
  • 2 Rodelas de gengibre
  • 1 Saqueta de chá verde
  • 1,5L de água

Opção 2

  • 2 Colheres de sopa de camomila seca
  • Frutos vermelhos a gosto
  • 2 Colheres de sopa de sementes de chia
  • 1,5 L de água

Opção 3

  • 1 Maçã cortada às rodelas
  • 2 Rodelas de abacaxi
  • 1 Pau de canela
  • 1,5L de água

Opção 4

  • 1 Pepino às rodelas
  • Hortelã a gosto
  • Rodelas de 1 Limão
  • 2 Colheres de sopa de cavalinha seca
  • 1,5L de água
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NEWS: opção vegetariana obrigatória nas cantinas e refeitórios públicos

A medida entra em vigor a partir do mês de Junho. A partir dessa altura, as cantinas e refeitórios públicos têm de oferecer obrigatoriamente, pelo menos uma opção vegetariana nas suas ementas.

A lei, publicada esta semana, abrange todas as cantinas/refeitórios inseridos na Administração Interna nomeadamente unidades integradas no Sistema Nacional de Saúde, escolas, estabelecimentos de ensino superior ou centros de serviços sociais e ainda em lares e centros de dia. A exceção reside em locais onde a procura destas alternativas seja menor, obrigando a marcação prévia. Desta forma, é feita uma gestão de recursos sustentável e evita-se o desperdício alimentar.

As ementas são programadas por técnicos habilitados, nomeadamente nutricionistas, e têm em conta a população-alvo, recursos e composição nutricional de cada refeição, garantindo a diversidade dos pratos e a contribuição para uma alimentação saudável.

Enquadradas num estilo de vida saudável e sabendo escolher os alimentos e a melhor forma de os confecionar, a alimentação vegetariana pode ser benéfica para a saúde. Segundo a Direção Geral de Saúde, este regime alimentar pode ter ação na redução da prevalência de cancro, obesidade, doenças cardiovasculares, alterações lipídicas ao nível do sangue, diabetes e hipertensão.

Esta medida respeita as escolhas alimentares individuais e permite uma maior diversidade de opções ao nível de menus e ementas, contribuindo também para uma alimentação mais variada e equilibrada. Assim, mesmo para quem não tem por norma uma alimentação vegetariana, poderá escolher um prato diferente, variando também a opção do peixe, ovos ou carne e contribuindo para a diversidade de sabores, alimentos e nutrientes.