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Top 5 – Erros motivacionais mais comuns ao iniciar um plano alimentar

Decidiu mudar a sua alimentação e a sua vida. Parabéns!

Este é o ponto fulcral na nova fase em que vai entrar: a decisão consciente e motivada. Com a consciência de que não se sente bem e que precisa fazer alterações, surge aquele pico motivacional em que nada lhe parece impossível. Perfeito!

Após esta fase inicial, a sua mente é a sua melhor amiga ou a sua maior inimiga.

Descubra o top 5 dos erros motivacionais e torne a sua mente a sua melhor amiga! Nutrihome na inShape

Tom Levold

O que é melhor para emagrecer, apenas treino cardiovascular ou combinar musculação?

O mais importante quando se pretende emagrecer é obter um défice de calorias ingeridas em relação as calorias utilizadas.

Pode treinar tanto quanto o Rocky Balboa quando ia combater o Ivan Drago ou correr uma maratona mais rápido do que o Queniano mais ágil, mas se estiver a consumir mais comida do que aquela que consegue gastar, então, esse bikini ou 6 pack vai ter que esperar.

Uma vez acertada a alimentação, passamos ao ponto seguinte:

  • Treino cardiovascular – Utiliza mais calorias durante a atividade física, pode ser praticado facilmente por todos e em qualquer lugar. Sendo uma actividade especialmente agradável numa tarde amena perto de um campo ou praia. É ótimo para melhorar o sistema respiratório e cardiovascular e é de pouco impacto nas articulações (se praticado a uma intensidade adequada e com a técnica correta).
  • Treino de musculação – Utiliza menos calorias durante a atividade física, mas provocará alterações a nível metabólico e regenerativo que por sua vez aumenta o gasto calórico nas alturas de descanso. Musculação também irá melhorar a sua postura, fortalecer articulações e proporcionar uma forma mais atlética. Se não quiser ganhar volume, faça mais repetições com cargas médias ou treinos em circuito.

Em conclusão, o melhor será sempre uma combinação dos dois tipos de treino. Tirará as vantagens de ambos, e terá resultados melhores e mais rápidos.

Contacte-nos para saber a melhor estrutura para si.

Pedro Laffan, Personal Trainer

connor beakley

7 Conselhos práticos para manter uma alimentação saudável em viagem

Sempre que umas férias ou uma escapadela de fim-de-semana batem à porta, após a excitação inicial surge o pânico para quem está em processo de emagrecimento ou quer manter a sua rotina de alimentação saudável.

Normalmente as férias, sejam no nosso país ou além-fronteiras, podem ser sinónimo de desastre total. Horas a passear e sem comer, refeições em restaurantes de fast-food, pequenos-almoços de reis, jantares de marajás e toda uma prova gastronómica de iguarias doces e salgadas. Mas saiba que não tem que ser assim.

Embora a gastronomia seja das melhores experiências que levamos das nossas viagens, pois só experimentado é que emergimos verdadeiramente na cultura local, a sua saúde não tem que ser esquecida pelo meio pois ela nunca vai de férias.

A pensar no seu próximo destino, deixamos-lhe 7 conselhos práticos para manter uma rotina alimentar saudável:

1.Tome um bom pequeno-almoço, sentado e com calma

Esqueça o típico pequeno-almoço inglês. Inclua uma porção de lácteos ou substitutos lácteos (queijo fresco, iogurte ou 1 copo de bebida vegetal), uma porção de hidratos de carbono de absorção lenta (cereais de aveia ou 2 fatias de pão escuro) e uma porção de hidratos de carbono de absorção rápida (1 peça de fruta). Se for adepto, pode ainda juntar um ovo (mexido, cozido ou escalfado) e uma chávena de chá ou café.

Ao fazer um bom pequeno-almoço está a carregar energias para o dia que está à sua frente e ao comer devagar fica mais saciado.

2.Coma de três em três horas (no máximo)

Pode parecer complicado mas não é. Tem duas opções: ou leva já algo consigo ou, se não quiser andar carregado, para numa loja de conveniência e compra na hora: barra de cereais, nozes, sementes de abóbora, um iogurte, bagas de goji ou fruta.

3.Escolha o local onde vai almoçar

Hoje em dia há tantas opções saudáveis, rápidas e baratas que pode dar-se ao luxo de escolher onde vai almoçar.

Se levar marmita não for opção para si, em vez dos hambúrgueres e das pizza, dos refrigerantes e das batatas-fritas, escolha uma sanduíche sem molhos, um sumo de fruta natural e uma salada para acompanhar a refeição.

4.Escolha as iguarias que se vai dar um luxo de provar

Consoante os dias em que vai estar a viajar, escolha o que tem mesmo que provar. Pode utilizar a regra de 1 iguaria por cada 2 dias e coma-a, preferencialmente, antes do jantar.

Assim, sente que saboreou mas manteve o foco e o controlo.

5.Não arrase tudo com os jantares

Depois de um longo dia, o jantar é sempre aquela refeição em que nos arranjamos e procuramos um cantinho especial. Uma entrada, um prato principal, uma sobremesa só para si e alguns copos de vinho enquanto a conversa é boa. Mas sabe quem é que não se perde nessas contas? O seu corpo que vai estar a dizer “olá sejam bem-vindas” a todas as calorias que ingere.

A única forma de não arrasar tudo com os jantares é seguir os conselhos anteriores para não chegar esfomeado à refeição. Depois, pode controlar escolhendo uma salada para entrada, um prato grelhado e, se tiver mesmo que ser, divida a sobremesa. Quanto ao álcool, basta um copo de vinho para acompanhar a refeição e depois pode passar para a água.

6.Água, água e mais água

Faça frio ou calor, hidrate-se! A água é um bem essencial e ajuda-o a regular o seu organismo. Ande com uma garrafa de 0.33L ou 0.5L para não fazer peso e beba pelo menos 1.5L por dia.

7.Explore o local a caminhar ou a andar de bicicleta

Não só de gastronomia se vivem as férias. A caminhar pelas ruas ou a passear de bicicleta consegue sentir a energia na sua pele, vê muito mais do que fechado num transporte público e pratica exercício físico sem dar conta.

Respire, viva, seja feliz e saudável. Afinal, viajar não é todos os dias!

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Também quero ser uma Masterchef!!

Os programas de culinária estão na moda. Masterchef, Gordon Ramsay, filha do Gordon Ramsay, Combinações Improváveis do Avillez, No Reservations do Anthony Bordain, Prato do Dia com a Filipa Gomes, Top Chef, eu sei lá! Parece que em todos os canais se fala de comida. E sendo o povo português viciado em falar de comida (e em comer), devoramos toda essa programação! São pratos atrás de pratos com um aspeto de babar por mais… tenho de ver estes programas de barriga cheia, senão fico com fome e depois dá estrago!

Pessoalmente, adoro o Masterchef Austrália. Deito-me sempre 40 minutos mais tarde do que o que tinha pensado (e prometido a mim mesma), para ver o segundo episódio, que poderia ver no dia seguinte. Mas não consigo evitar! E o mais ridículo disto tudo é que acho sempre que poderei fazer algumas daquelas receitas ou técnicas.

“Ganache de chocolate? Ai que bom aspeto!! Deve ser fácil! Deixa lá ver” e lá vou eu em busca de mais uma receita que depois acabo por não fazer. “Guiozas?? Adoro! Não parece difícil…” e mais uma vez, nunca faço! Estou sempre a sonhar com estas receitas feitas na minha cozinha de forma perfeita e maravilhosa. E na verdade, até já fiz algumas experiências…

Experiência 1 – Massas frescas

Não era difícil, poucos ingredientes e fáceis de arranjar, “bora” lá! Ovos, farinha e amassar…a meio deste processo já tinha farinha além do espaço que tinha pensado usar. Pausa para libertar e limpar mais bancada, após conseguir libertar e limpar as minhas mãos cheias de massa que não sai! Voltar a amassar até achar que está bem e vou buscar a máquina. Quando vou buscar a máquina apercebo-me que já tenho farinha no chão à volta da bancada – “Não faz mal, limpa-se depois!”. Montar a máquina, passar a massa, … Nisto, já estou há 1h a fazer massas frescas (eles fazem isto em 20 ou 30 minutos como?!). Mas vai valer a pena! Após tanto amassar, passar a massa, estender num tabuleiro (e ficar pegada…), cozer… não saiu nada do que esperava! Ao que parece fui um daqueles casos tipo Pressure Test, em que a massa sai mal, mas os concorrentes até costumam aperceber-se. Eu não… Enfim…

Experiência 2 – Caldo Tailandês

Tudo começou (e começa sempre) com um “deve ser bom!!”. Aqui o desafio eram os ingredientes: pasta de caril verde?? Cebolinho verde?? Lemongrass?? Molho de peixe?? Sementes de coentros?? E a dúvida final de “onde vou arranjar isto?”. Começo toda uma busca online em busca dos ingredientes misteriosos. Descubro onde comprar, faço-o e arrependo-me. Caldo Tailandês não… Caldo da minha carteira! No final de todas as compras, gasto um balúrdio e já não preciso do picante, porque já estou a ferver! O caldo em si é realmente simples e bom. Mas caro que dói!

Experiência 3 – Risotto de cogumelos e frango

Este é um clássico, não é? Para quem vê os mesmos programas que eu, sabe que foi arriscado da minha parte tentar isto. Mas na verdade até correu bem! Esperavam mais uma aventura, não era? Mas não. É um prato difícil de apanhar o ponto em que devemos desligar e tirar do fogão, mas lá dei com o jeito e não acabei com uma açorda de arroz, cogumelos e frango.

É certo que já aprendi alguns truques, como o de deixar de cozinhar carne até ficar seca (como é habitual no nosso país) ou fazer um bom molho de tomate, mas pouco mais além desse ponto. Na verdade, estes programas fazem-me sonhar e pensar que também eu um dia poderei fazer, sei lá, um Croquembuche com uma mão atrás das costas. E porquê deixar de sonhar? Desde que a minha cozinha, paciência e carteira não sofram com isso, estou à vontade!

C.

 

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Aquela altura do mês em que sou possuída pelas hormonas (que me obrigam a comer chocolate!)

Eu e as minhas hormonas temos uma relação de amor-ódio. Normalmente, sou uma pessoa ponderada, tranquila, positiva e sempre com um sorriso. Mas quando o dia M está para chegar, elas acham-se no direito de apoderarem-se da minha pessoa e fazer de mim o que querem. E sabem o que é que elas normalmente querem? Que eu passe no corredor dos chocolates e dos gelados e que os ataque desenfreadamente no sofá em frente a uma série ou filme que me obrigue a gastar um pacote de lenços.

Eu tenho longas conversas com elas e digo-lhes “Este mês não vão fazer isso que eu não deixo. Já vi todas as temporadas da Anatomia de Grey e estou farta de chorar sempre que o McSteamy e McDreamy morrem. Recuso-me a deliciar-me com um pint de B&J até o meu cérebro ficar congelado (o que normalmente acontece a meio, mas continuo até à última colherada!)”. E sabem o que elas me respondem? “Come lá mais um quadradinho de chocolate e cala-te!”. Não há direito!

Para além disto, (que por si só já acho um abuso, não acham?), ainda têm a lata de, uma semana antes do dia M, me baterem à porta e levarem-me a ter comportamentos quase que bipolares. Juro que nessas alturas até aos meus olhos sou insuportável, mas a culpa não é minha! Fui possuída pelas hormonas!

E reparem que eu digo que fui possuída pelas hormonas, porque é impossível elas serem as MINHAS hormonas! Dou por mim a imaginá-las como os vírus de “Era uma vez o corpo humano” que se passeavam à vontade por todo o lado sem ninguém os conseguir parar. Mas eu quero pará-las, antes que se espalhem por todas as células do meu corpo e me dominem como a um fantoche. Por isso, não podem ser minhas!

Confesso que as acho um bocado inconvenientes e chatas porque destroem metade do meu mês. Anda uma pessoa a ser tão cuidadosa com a sua alimentação para depois elas chegarem e fazerem de mim gato-sapato. Escusado será dizer que me recuso a ir à balança nestes dias! Eu já sinto os efeitos quando aperto as calças, para quê constatar o óbvio?! E depois, como se nada fosse, deixam-me feliz e contente no resto do tempo a recuperar os estragos que fizeram. Amor-ódio e está tudo dito!

Mas não pensem que eu cruzo os braços. Recuso-me a ceder, a ficar entupida em açúcar, neurótica e apática: corro, faço meditação, conto até 10 antes de responder a uma simples pergunta e rio sozinha frente ao espelho (não sou maluca, há mesmo estudos que dizem que é terapêutico!).

Como é que alguém pode ser responsável por comer quilos de doces em alturas como estas? Como é que alguém pode ser responsável por grunhir sempre que falam connosco? E como é que alguém pode ser responsável por ser tão trapalhona desde partir pratos a estacionar o carro?

É tentador deixar-me levar por elas e as hormonas podem ter ganho algumas batalhas mas ainda não ganharam a guerra!

T.